Ao antecipar saída, Décio Oddone evita vácuo na liderança da ANP

Ao antecipar saída, Décio Oddone evita vácuo na liderança da ANP

Ao antecipar sua saída da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone considerou que cumprir o mandato até 23 de dezembro implicaria deixar a agência sem diretor-geral, pelo menos, até o primeiro trimestre de 2021, quando o Congresso Nacional retorna do recesso, e seria possível realizar a sabatina para uma nova indicação do governo.

Antes da nova Lei das Agências impedir a sua recondução, Oddone já defendia a renovação dos quadros, mas a antecipação surpreendeu executivos das principais petroleiras e fornecedores que atuam no país e até mesmo outros diretores da ANP.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou na quarta (15) que o novo nome será enviado ao Congresso Nacional em fevereiro, com o fim do recesso do Legislativo – Décio Oddone deve permanecer no cargo até a nomeação.

Em março, encerra-se o mandato de Aurélio Amaral na direção da ANP e, em dezembro, de Felipe Kury. Com a antecipação, a escolha em 2020 de três dos cinco nomes que formam o colegiado começa pela direção-geral.

Fonte: EPBR

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