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Identidade de suspeitos de esquema de adulteração de combustíveis no ES é divulgada

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As identidades de dois foragidos, suspeitos de envolvimento no esquema que vendia combustíveis adulterados, foram divulgadas nesta terça-feira (4) pelo Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção (Nuroc) e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A fraude é investigada na Operação Lídima.

São Wellington Jorge Baldi Moreira e Carlos Alberto Barbosa de Souza. Com mandados de prisão preventiva, os policiais foram até endereços dos procurados para realizar vistorias e efetuar as prisões. Nenhum deles foi encontrado.

De acordo com a investigação, Carlos Alberto Barbosa de Souza, de 51 anos, é suspeito de ser um dos gerentes que comandava o esquema de adulteração de combustíveis no Espírito Santo.

Já Wellington Jorge Baldi Moreira, de 40 anos, é proprietário de uma empresa do tipo Transportador-Revendedor-Retalhista (TRR) envolvida no esquema. A operação constatou que a empresa de Wellington era autorizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a adquirir em grande quantidade combustível a granel, óleo lubrificante acabado e graxa envasados para depois vender a retalhos.

A empresa do suspeito também é responsável pelo armazenamento, transporte, controle de qualidade e assistência técnica ao consumidor quando da comercialização de combustíveis.

No entanto, a investigação aponta que a empresa estava fazendo a comercialização para o consumidor final, burlando a fiscalização e cometendo o crime de evasão fiscal. Além disso, estava comprando combustível de empresas não autorizadas.

Operação Lídima

O objetivo da Operação Lídima é desarticular uma organização criminosa que adulterava combustíveis. O grupo batizava gasolina e álcool com solvente e água. Na operação do Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção, 17 pessoas já foram presas até o momento.
Para quem abastecia nesses postos envolvidos no esquema o prejuízo era certo, porque esse combustível batizado danifica o motor e acaba mais rápido, ou seja, o carro abastecido dessa forma bebia mais.

A investigação também aponta a participação de usinas e postos no esquema.

Fonte: G1