Novo fechamento pode aumentar demissões e falências para comércio e serviços, dizem entidades

Novo fechamento pode aumentar demissões e falências para comércio e serviços, dizem entidades

Sem a ajuda dos programas emergenciais do governo e com a possibilidade de uma nova onda de coronavírus no país, empresários dos setores de comércio e serviços se organizam para operar com um orçamento mais enxuto para 2021.

Se o fechamento total das lojas, bares e restaurantes for aplicado novamente, a projeção é que as empresas de médio e pequeno porte possam sofrer um novo sufoco financeiro, com risco elevado de aumento de falências e demissões.

Segundo o vice-presidente da CDL (Confedera ção de Dirigentes Lojistas) do Bom Retiro, Nelson Tranquez, os empresários já começam a organizar seu fluxo de caixa e trabalham para conter gastos, com um quadro enxuto de funcionários e produção e estoques menores.

“Todo o mundo se adaptou para seguir em frente apenas com o mínimo necessário, exatamente para não ter nenhum problema, pois se tiver um novo problema, não vai ter de onde tirar para se socorrer”, afirma.

O conjunto de medidas emergenciais elaborado pelo governo para tentar conter os impactos da pandemia —linhas de crédito como o Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) e o Peac (Programa Emergencial de Acesso ao Crédito) Maquininhas— são parte do Orçamento de guerra, que acaba em 31 de dezembro. Para ler esta notícia, clique aqui.

Fonte: Folha de S.Paulo 

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